Instituto Pelé Pequeno Príncipe

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Pesquisa em Desenvolvimento

Câncer de Córtex Adrenal - Teste de Triagem por DNA

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Pioneirismo! Esta é a grande marca desta pesquisa, que pela primeira vez no mundo, realiza um teste de DNA em grande escala, para detectar uma alteração genética já ao nascimento. A cura do TCA ( Tumor de Córtex Adrenal) é possível quase exclusivamente quando o tumor é retirado ainda pequeno e está localizado apenas no local onde começou (glândula supra-renal ou adrenal, localizada sobre cada rim). Esta alteração genética, chamada mutação, é o principal (mas não único) fator responsável pelo aparecimento do Câncer de Córtex Adrenal, um tumor que embora relativamente raro, tem sua frequência no Paraná, cerca de 15 a 18 vezes maior que em outros países. A pesquisa foi motivada pela alta incidência na região Sul e Sudeste do Brasil e também por ela ser capaz de elevar os índices de cura dos pacientes portadores desta doença dos atuais 50% em nosso meio para até 95%, através da orientação e do diagnóstico precoce que a detecção da mutação permite obter.

Alguns objetivos da pesquisa:

  • Diminuir os índices de mortalidade de crianças por câncer de córtex adrenal;
  • Detectar a mutação associada ao desenvolvimento do câncer de córtex adrenal;
  • Recomendar o atendimento ambulatorial para crianças portadoras da mutação com a finalidade de alcançar o diagnóstico e o tratamento precoces do tumor de córtex adrenal;
  • Identificar outras alterações genéticas e epigenéticas que podem contribuir junto com a mutação principal (R337H no gene P53) para o desenvolvimento do tumor de córtex adrenal e/ou outros tumores.

A pesquisa conta com o patrocínio principal da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, SESA e Fundação Araucária. Participaram quase todas as 486 maternidades públicas e privadas do Paraná.

Índice da doença no Paraná e São Paulo:

  • 18 vezes maior do que no resto do mundo.
  • Uma criança a cada 400 nascidas vivas apresenta a mutação.
  • De cada 33 crianças que possuem a mutação, uma desenvolve o tumor.

Parceiros:

  • Maternidades públicas e privadas no PR.
  • Secretarias Municipais de Saúde do PR.
  • Sociedade Paranaense de Pediatria.
  • Conselho Estadual de Saúde e de Direitos da Criança e do Adolescente.
  • Conselhos Tutelares.
  • Obstetras.
  • Pediatras.
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